A força das mulheres do cafezal

08 de dezembro de 2024 · Mulheres

A força das mulheres do cafezal

Como nasce um café colhido somente por mulheres — e o que ele carrega além do sabor.

por Donna Menina

Tem um café que começa muito antes da xícara. Ele começa nas mãos de mulheres que conhecem cada cafeeiro pelo nome, que sabem o tempo certo da cereja madura e que cantam baixinho enquanto colhem. Na Donna Menina, a colheita é feita só por mulheres — as nossas safristas.

  1. São elas que decidem o que entra no balaio e o que volta para a planta amadurecer mais um dia. Esse cuidado, miúdo e paciente, é o que separa um café comum de um café especial. A história começou simples: queríamos pagar melhor por um trabalho melhor feito. Hoje, a equipe é também uma rede de afeto. As safristas dividem o almoço debaixo da mesma árvore, trocam receita, dão notícia dos filhos. O cafezal virou ponto de encontro. Quando você toma um Donna Menina, está tomando o tempo dessas mulheres. A doçura que aparece no fim do gole — aquela lembrança de fruta madura — vem daí. Da escolha grão por grão, feita por quem entende que pressa não combina com café especial. É por isso que dizemos: nosso café tem nome de mulher. Porque foi colhido por elas, para você.

Tem um café que começa muito antes da xícara. Ele começa nas mãos de mulheres que conhecem cada cafeeiro pelo nome, que sabem o tempo certo da cereja madura e que cantam baixinho enquanto colhem.

  • Na Donna Menina, a colheita é feita só por mulheres — as nossas safristas. São elas que decidem o que entra no balaio e o que volta para a planta amadurecer mais um dia. Esse cuidado, miúdo e paciente, é o que separa um café comum de um café especial. A história começou simples: queríamos pagar melhor por um trabalho melhor feito. Hoje, a equipe é também uma rede de afeto. As safristas dividem o almoço debaixo da mesma árvore, trocam receita, dão notícia dos filhos. O cafezal virou ponto de encontro. Quando você toma um Donna Menina, está tomando o tempo dessas mulheres. A doçura que aparece no fim do gole — aquela lembrança de fruta madura — vem daí. Da escolha grão por grão, feita por quem entende que pressa não combina com café especial. É por isso que dizemos: nosso café tem nome de mulher. Porque foi colhido por elas, para você.

Tem um café que começa muito antes da xícara. Ele começa nas mãos de mulheres que conhecem cada cafeeiro pelo nome, que sabem o tempo certo da cereja madura e que cantam baixinho enquanto colhem. Na Donna Menina, a colheita é feita só por mulheres — as nossas safristas. São elas que decidem o que entra no balaio e o que volta para a planta amadurecer mais um dia. Esse cuidado, miúdo e paciente, é o que separa um café comum de um café especial. A história começou simples: queríamos pagar melhor por um trabalho melhor feito. Hoje, a equipe é também uma rede de afeto. As safristas dividem o almoço debaixo da mesma árvore, trocam receita, dão notícia dos filhos. O cafezal virou ponto de encontro. Quando você toma um Donna Menina, está tomando o tempo dessas mulheres. A doçura que aparece no fim do gole — aquela lembrança de fruta madura — vem daí. Da escolha grão por grão, feita por quem entende que pressa não combina com café especial. É por isso que dizemos: nosso café tem nome de mulher. Porque foi colhido por elas, para você.